Março Saudável – Conhecendo as vitaminas-B1

Seguindo a programação do mês saudável, apresentamos hoje a vitamina B1. E sempre lembrando que estas postagens têm somente caráter informativo, não substituem uma consulta médica/nutricional. B1 – Tiamina A vitamina B1 (tiamina) faz parte do grupo de vitaminas que formam o complexo B. Anteriormente ela era categorizada como uma vitamina a parte e era chamada de vitamina F, no entanto posteriormente devido suas características químicas e funções biológicas, foi agrupada no conjunto vitamínico do complexo B. A absorção da tiamina acontece no intestino delgado, onde ela geralmente é liberada conjugada a grupamentos fosfato (Tiamina-difosfato). Após ser hidrolisada pelas enzimas fosfatases, a tiamina livre é capaz de se ligar a receptores específicos e ser internalizada ativamente pelas células entéricas. Quando em concentração muito alta é possível que elas também entrem passivamente, no entanto em quantidades diárias acima de 5 mg, a eficiência de absorção cai substancialmente. A maior parte a tiamina é estocada no fígado, mas também há estoques nos músculos, ossos, rins e cérebro. A forma livre da tiamina também pode ser encontrada no plasma sanguíneo. No interior das células a tiamina age como uma coenzima no metabolismo de aminoácidos e glicose que geram ATP para a célula, portanto a tiamina é uma molécula importante para o suprimento energético celular. Funções: ♠Atua nas membranas das células nervosas; ♠Metabolismo dos macronutrientes; ♠Coenzima para reações químicas no organismo; ♠Produção de niacina. q As fontes: ♣Grãos integrais como arroz, cereal, trigo; ♣Carne de porco; ♣Fígado; ♣Peixe; ♣Ovo; ♣Queijo; ♣Couve-flor; ♣Espinafre; ♣Beterraba; ♣Verduras amargas; ♣Maçã; ♣ Limão; ♣Tomate; ♣Jaca. Falta de vitamina Hipovitaminose Pode levar a doenças como a encefalopatia de Wernicke (que incluem sintomas de oftalmoplegia, confusão mental e ataxia), síndrome de Korsakoff (que inclui amnésia e desorientação) e também a beribéri (que inclui sintomas como perda de peso, fraqueza, dor nos membros, batimento cardíaco irregular, edemas, inflamação, neuropatias e distúrbios emocionais). Além de ser causada pela baixa ingestão de vitamina B1, a hipovitaminose…

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Não consegue emagrecer? Conheça os hormônios que atuam no metabolismo

Se algum deles está com a produção alterada, a consequência pode ser logo notada na balança. **Nota: Este texto possui caráter informativo ,não substitui uma consulta médica/nutricional** Se você se alimenta bem, pratica exercícios e não consegue emagrecer, é possível que o seu organismo esteja com algum desajuste. Uma das primeiras suspeitas costuma ser o hipotireoidismo, doença em que a glândula tireoide reduz suas atividades e a queima calórica torna-se mais lenta, senão inexistente. Uma das primeiras verificações sugeridas é a dosagem de insulina, um hormônio produzido no pâncreas, que controla o nível de açúcar no sangue. A dificuldade na cicatrização de feridas, principalmente na área dos pés, é um dos indicativos da doença. Portadores de diabetes sofrem com a baixa produção de insulina, que faz com que o açúcar não seja digerido e continue a circular no sangue, sobrecarregando órgãos e criando bolsas de gordura localizada. Um dos desencadeadores do diabetes pode ser o alto índice de testosterona no organismo. O excesso do hormônio pode aumentar também o colesterol, além de incentivar características masculinas em mulheres, como aparecimento de pelos no rosto. Existem várias razões para o aumento da insulina no organismo, sendo que as principais são estresse e má alimentação (consumo exagerado de carboidratos simples). O seu “mau funcionamento” pode estimular o estoque de gordura, em especial na barriga, e provocar o ganho de peso, consumir carboidratos complexos (grãos integrais, batata-doce) e evitar doces, pães e carboidratos refinados. Também é indicado em toda refeição ter uma fonte de proteína (carnes, ovo, leite) e gorduras boas (azeite, castanhas) Porém, outros hormônios podem influenciar o metabolismo. Confira abaixo qual a função de cada hormônio no seu organismo e como eles podem afetar a perda de peso: Cortisol: É o hormônio liberado em grande quantidade em situações de estresse. O nível elevado de cortisol pode aumentar seu desejo por doces ou carboidratos refinados, já que seu corpo entende que precisa de energia rápida…

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O que são as fibras?

São elementos (carboidratos) que fazem parte dos vegetais. Elas não são absorvidas nem digeridas pelo organismo, sendo que passam intactas pelo sistema digestório. Elas também não fornecem nenhum tipo de nutriente para o organismo. São importantes, pois atuam no bom funcionamento intestinal, evitando a constipação intestinal. O organismo humano não é capaz de digerir moléculas de alguns polissacarídeos como a celulose, a hemicelulose, a mucilagem, a goma, o amido resistente e a pectina, que são componentes básicos das estruturas vegetais. O que ocorre é que no sistema digestório dos seres humanos não há enzimas que possam quebrar essas moléculas e nem microrganismos que auxiliem nesse processo, como ocorre nos ruminantes. Para que servem? As fibras alimentares são fundamentais em todo e qualquer tipo de dieta, ainda que não forneçam nenhum nutriente o organismo e nem possam ser utilizadas por ele como fontes de energia. Pelo fato de serem encontradas em alimentos de baixo teor calórico e propiciarem estados de saciedade, são largamente aplicadas em dietas para perda de peso. Compreendem as partes comestíveis dos vegetais presentes nas frutas, legumes, verduras e hortaliças e do amido resistente encontrado em leguminosas e grãos (cereais integrais) que resistem ao processo de digestão, ou seja, elas passam quase intactas pelo sistema digestivo chegando ao intestino grosso, inalteradas. Também não têm valor nutritivo, nem energético (não têm calorias). Elas são imprescindíveis à dieta. Pesquisas revelam que uma dieta rica em fibras pode melhorar a saúde em vários aspectos. Como não são digeridas, elas funcionam da seguinte forma: Atuam como “vassouras”, que carregam os resíduos alimentares e a gordura excedente na alimentação pelo intestino, baixando o nível de colesterol absorvido; Promovem regulação do tempo de trânsito intestinal, atrasando o esvaziamento gástrico, tornando mais lento a digestão e absorção, proporcionando sensação de saciedade, ajudando na perda de peso; No cólon, devido a sua capacidade de absorver água, forma fezes volumosas e macias, prevenindo e/ou tratando a constipação; São substratos…

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